sexta-feira, 19 de abril de 2019

Maxillaria camaridii alba

Nunca diga não! Acredite no seu aprendizado e no cultivo de suas orquídeas!

Comeco este post dizendo isto porque a boca paga, não é mesmo?

Aqui no Brasiliana sempre fui mal sucedida com as Maxillarias! Morriam de baciada apesar de inúmeras tentativas de cultivá-las. Hoje sei que todas vieram em substrato não recomendável, ganhadas por uma colecionadora de microorquídeas nativas.

Este exemplar e demais que permanecem na coleção mudaram a minha opinião a respeito deste gênero e estou admirada pela sua beleza natural com as nativas que possuo aqui. A maioria possui um perfume característico e cores bem características.

Esta maxillaria camaridii alba tem um apelo numérico de flores, duração elevada acima da média e não abre totalmente. Um encanto! Já tive outra que sua flor abria bem, mas em menor número e durava uns 2 dias no máximo.


Estou aqui idealizando uma touceira e tanto! Somente o tempo pode resolver isto, enquanto isto a cada ano fico bem feliz com a sua floração e desenvolvimento no substrato misto e local com luz bem expandida durante um bom tempo no dia, ventilação constante e forte.

Não é um exemplar para a exposição, mas é um encanto na coleção de nativas do Brasil e America Central! Basta! Diria que é uma tchuchuca entre outras.

Recomendo ter ambas albas porque são bem diferentes uma da outra.

Ambas possuem o rizoma curvilíneo, duas folhas estreitas na extremidade do pseudobulbo como a maioria das Maxillarias.

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