sexta-feira, 15 de junho de 2018

Restrepia lansbergii

Olá,

Hoje trago a Restrepia lansbergii. Escolhi algumas Restrepias para uma coleção delas no Brasiliana.

Nativa na Venezuela, Equador e Perú nas altitudes de 700 a 3000m acima do nível do mar. Pequena de crescimento simpodial apresentando uma touceira bem delicada e floração homogênea na base da folha que não caduca, ou seja, todo ano virá uma haste floral na mesma folha. Quanto mais folhas, mais flores.

Sem pseudobulbo para reserva de energia, muito sensível a desidratação rápida. Dias com muito vento e clima seco são necessários rega diária ou pulverização constante.

Aqui está cultivada em substrato com musgo, carvão e casca de macadâmia picada no vaso raso de cerâmica.

Aprendizado: O topo da touceira tem que ficar no nível da borda do vaso e o substrato um pouco abaixo para que não retenha água e também não desidrate o centro de suas raízes mais velhas (perdi a Restrepia guttulata big porque não observei que ela estava um pouco acima do substrato).

Percebi que as brácteas secas conservam a umidade para a haste floral. Anteriormente eu as removia, agora as mantenho.

Duração das flores de 5 a 7 dias.

Tem iluminação moderada na maior parte do dia.

Recomendo o cultivo delas. Muito agradável a cada ano. Uma fofura!

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Rlc Goldenzelle "Lemon Chiffon"

Abrindo hoje
Rlc. Goldenzelle "Lemon Chiffon" ou Blc. Goldenzelle "Lemon Chiffon"

É um híbrido registrado em 1982 por J. Hanes da Califórnia/EUA. Ganhou prêmio AM/AOS. Cruzamento entre Blc. Fortune e Cattleya Horace.

Possui vegetativo bem grande e vigorosa. Comprei um corte saudável. Declinou um pouco com o tipo de adubação daqui. Será necessário adubá-la com 20:20:20 para manter o vegetativo dela porque a floração deste ano está bem deixando a desejar.

Está cultivada no vaso cerâmico chato com furos laterais e casca de macadâmia com carvão em pedaços.

Bom cultivo de híbridas!

Nota: Rhyncholaeliocattleya (Rlc.) ou Brassolaeliocattleya (Blc)


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Cattleya walkeriana lobo mau x Cattleya walkeriana águia dourada

Cattleya walkeriana lobo mau x Cattleya walkeriana águia dourada

Não há muita informação sobre este híbrido. O que encontrei à venda com foto, nem se compara a forma desta.

Uma maravilha, muito graciosa e flor armada bem plana. Apesar de estar "passada" já na segunda flor da haste, comprei por ser muito plana e miúda.
Medi o raio e a distância entre as extremidades é de mesma medida. Está circunscrita no círculo.
Somente a distância entre as sépalas inferiores e labelo é maior que os demais extremos.

Seu labelo não apresenta o amarelo que algumas possuem. A coluna é escura, aveludada.

Seus pseudobulbos e folhas são pequenos, arredondados com pigmentos da cor da flor

Já havia ouvido que pseudobulbos e folhas pequenas arredondadas estão associadas a boa forma da flor. Será???

Seu perfume? - ah, bom e acentuado, mas nada marcante entre as C. walkerianas.

Veio plantada num substrato misto no vaso cerâmico com drenagem rápida!


Bom cultivo de walkerianas!






Destaque do mês - Blc Old Whitey

Olá,

Hoje trago pouca informação sobre a Blc Old Whitey.

Decidi por comprá-la por dois motivos: tamanho da flor excepcional com overlap (transpasse das pétalas) e consistência firme. Depois vi que a sépala é larga e vertical. Não dava para deixá-la na prateleira do orquidário comercial.

Uma híbrida muito excepcional!


Procurei informações e o mais próximo que encontrei foi num fórum de discussão dos Estados Unidos da América assim denominada:

Cattleya Old Whitey 'Mount Empress' Am/Aos


Lá mencionavam um híbrido antigo C. Mount Rainer x Empress Bells, registrado em 1969 por Amacost & Royston. Flores com 20cm e consistência firme.

Duas flores excepcionais numa haste.

Noutros sites mencionaram ter um perfume de limão e cor esverdeada perto da coluna. Este exemplar não tem nenhum dos dois comentários encontrados na pesquisa.
Fica aqui um grande desafio de replantá-la e manter o crescimento vegetativo compatível com o seu tamanho.

Posso dizer que vale a pena tê-la na sua coleção pelas características excepcionais deste híbrido.

Lembre-se da dica: compre florida, assim poderá escolher a melhor forma, consistência, textura, etc. É claro que poderá ter o seu valor quase que dobrado!

Tenha um bom cultivo de híbridas!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Tuberolabium quisumbingii

Oi.

Antes vamos falar sobre observação e prevenção com algumas dicas recebidas de um colega:

Prevenção:
Digo que as temperaturas caíram após 30 dias sem chover em São Paulo. No último final de semana fez 3o C no noroeste do Paraná e 7o C por aqui. Nem por isso as regas foram espaçadas ou suspensas. Dia sim e dia não as regas acontecem em todo o orquidário e jardim. A diferença é que passou de automática para manual para atentar um pouco nos vasos. Lembre-se que aqui há cobertura em telha translúcida ou plástico agrícola, protegerá as orquídeas de temperaturas baixíssimas.

Observação:
Percebendo a necessidade das C. walkerianas, foram separadas e receberam adubo químico 20:20:20 para observação do seu desenvolvimento. Elas ficarão recebendo sereno até agosto. As demais orquídeas continuarão com bokashi e chorume neste mês e depois será suspenso até agosto.

Vamos a Tuberolabium quisumbingii.

Espécie da Indonésia. Muito perfumada! Uma jóia asiática.

Pesquisei e todos disseram cultivá-la como uma Phalaenopsis. É o que farei. Veio num cachepot de peroba, substrato com britas, carvão e musgo.

Um amigo havia separado para eu ir comprá-la. Eis que faz bem o gênero preferido: pequena e notável!


sexta-feira, 18 de maio de 2018

Maxillaria variabilis vermelha a todo vapor

Olá, dedico este artigo para você iniciante na orquidofilia.


Tenha sempre uma lista de desejos e persista no cultivo. Esta Maxillaria variabilis é de fácil cultivo.

A grande dica é mantê-la cultivada num vaso estreito e substrato com chip de fibra de côco com carvão e casca de macadâmia quebrada miúda e casca de peroba miúda. 

É o segundo artigo dela neste blog. Veja artigo primeiro neste link ou https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3289191018640659854#editor/target=post;postID=6688063047594378533;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=3;src=postname

Toma sol pela manhã, tem claridade bem indireta até o final da tarde.

Vive cheia de pulgões quando aparecem os botões! Uso chorume diluído com água 1:20 ou 5 gotas de detergente neutro por litro de água. 


Perceba que há um palito de madeira tutorando as suas várias frentes. Se não prender bem, a planta fica instável e não faz o ciclo de crescimento. Digo isso por ter perdido vários exemplares por falta de amarração nas extremidades, seja com o rizoma na horizontal ou escandente como esta.

Visitando um orquidário em Jundiaí, vi que o dono dispunha o corte/mudas das Cattleyas inclinados no substrato e bem abaixo da borda do vaso de plástico. Testei com algumas replantadas e tem ido muito bem por aqui. Não é este o caso, mas observe que está plantada um pouco abaixo da borda do vaso cerâmico, este detalhe faz toda a diferença!

Mais uma dica, agora não se deve fazer uma muda sequer. Precisa de mais volume e cortá-la abaixo de uma forquilha (duas frentes com um trecho abaixo com raízes e pelo menos 4 bulbos abaixo).

Tenha um excelente cultivo!

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Brasiliorchis schunkeana

Brasiliorchis schunkeana, falaremos um pouco dela neste blog.



Conhecida como: Maxillaria schunkeana M.A. Campacci & R.A. Kautsky 1993;

Sinônimo: Brasiliorchis schunkeana (Campacci & Kautsky) R.B.Singer, S.Koehler & Carnevali 2007;

Origem: Mata Atlântica entre 600 e 700 metros de altitude;

Planta: Epífita, até 15 centímetros de comprimento
Flor: 1 centímetro
Época de floração: primavera e início de outono
Longevidade das flores: 15~20 dias;
Fragrância: não;
Luminosidade: alta
Umidade: média
Temperatura: média
Cultivo: fácil

Podem considerá-la nas cores vermelho escuro ou preto, não consigo definir a cor. É muito procurada por ser conhecida popularmente pela cor preta! (Dedico este post para meu amigo bruxo. Acredito que ele deve adorá-la. Rs.)

Tenho três touceiras pequenas em cada vaso. Cada uma ganhada de amigos.

Dicas: Aprendi que claridade e umidade é tudo para esta pequena. Estão no vaso de plástico, substrato miúdo com musgo e tomam sol pela manhã e recebem a rega ao cair da tarde.


Aqui recebe um pouco de bokashi e chorume como as demais plantas frutíferas que estão no vaso.

Encantadora e diria exótica! Precisamos atentar para ver a sua flor bem junto do seu pseudobulbo.

Considero que deva tê-la na sua coleção!

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Brumadinho e Inhotim - Dia do Trabalho

Olá,

Hoje trago um pouco de Minas Gerais e Cattleyas walkerianas.

Aprendizado no cultivo delas

Jardim com perfume das C. walkerianas

Exemplares plantadas diretamente nas palmeiras

Vandário no pergolado

Fui conhecer Brumadinho e Inhotim. A intenção foi ver a coleção de arte e alguns exemplares botânicos.

Serra Rola Moça

Vegetação típica

Minério de ferro

Lá encontrei a mestra e ilustradora científica Rosa Pereira. Querida amiga das redes sociais. Fiquei hospedada no atelier dela sem saber até chegar ao local. Coincidência! Mundo pequeno no dito popular.

Rosa Pereira e eu

Recomendo e indico este passeio imperdível no feriado do Dia do Trabalho, afinal as Cattleyas walkerianas estarão te esperando lá! Minas Gerais e sua temperatura variando de 15 a 27o graus.

Destaque do mês - Bulbophyllum medusae

Olá,

Trago hoje uma orquídea muito charmosa e exótica: Bulbophyllum medusae.







  • Nome Científico: Bulbophyllum medusae
  • Sinonímia: Cirrhopetalum medusae, Phyllorchis medusae, Phyllorkis medusae
  • Clima: Equatorial, Oceânico e Tropical
  • Origem: Ásia, Bornéu, Filipinas, Oceania, Sumatra e Tailândia 
  • Luminosidade: Luz difusa com sol pela manhã
É epífita, de crescimento simpodial, originária das florestas de terras baixas, próximas ao nível do mar, da Tailândia, Bornéu, Filipinas, Ilhas de Sonda e Sumatra.Tem pseudobulbos pequenos geralmente retorcidos, com cerca de 3 centímetros de comprimento, arredondados, com uma única folha ereta cada, verde escura, de 8 centímetros. As inflorescências surgem na base dos novos pseudobulbos, no outono, e são umbeladas, bracteadas, erguendo-se ligeiramente acima da folhagem. Cada inflorescência é um cacho, com 30 a 100 pequenas flores de cor creme bem clara. 
  • Cultivo: Fácil!
  • Dica: Subtrato misto na camada superior do cachepot de peroba. Fundo com pedaços de isopor. O grande segredo é direcionar os rizomas para que sua próxima floração possa ficar distribuída no cachepot. Odeia rega na inflorescência, há de se ter o cuidado de regar as folhas e pseudobulbos bem junto do substrato.
Desejo um bom cultivo de Bulbophyllum!

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Cattleya labiata tipo

Olá, mais uma Cattleya labiata tipo.

Substrato misto e vaso cerâmico

Amei a forma dela, primeira floração!

Está sem procedência. Perdi o caderno com a lista de todas, procedência e fornecedores. Sei que veio para cá em 9/2011 ainda pequena.

Esta espécie é conhecida como Rainha do Sertão por ser do nordeste brasileiro. Muitos cultivadores desenvolveram meristemas e cruzamentos por apresentar uma boa forma e ter várias flores numa haste, além de perfume bem aceito pelo público.

Neste ano foi atacada por tentecoris, mas não perdeu nenhuma folha ou algo que tenha comprometido algo no sistema vegetativo dela e sua inflorescência.

Aprendizado: Grande parte das Cattleyas foram adquiridas no verão/2016 e 2017. Até então havia uma grande parte da coleção Brasiliana diversificada. Neste ano o ataque de tentecoris ocorreu nas Cattleyas e nos Epidendrums. Foi um aprendizado e tanto controlar com SPB e não deixar a infestação aumentar.

Bom cultivo!

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Dica - arames de fixação

Oi!

Aconteceu algo aqui na hora de tutorar as flores que eu gostaria de compartilhar: o arame cortou a haste!

Devemos separar a planta quando a haste estiver com os botões, cuidar da rega e tutorá-la.

Neste caso, voltei de viagem e as flores já estavam abertas. Fui tutorar a haste e arrumar as flores... vejam o que aconteceu! Terei orquídea de corte sobre a mesa. Rs.



Fica a dica para evitarem o uso do arame chato. Nem sempre encontramos o arame roliço para venda. Quando o encontramos é precificado por quilo e não por metro. Sempre use o arame plastificado.
Bom cultivo! Cuide das hastes e evite o arame chato se não tiver muita prática ou habilidade no tutoramento.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Bulbophyllum careyanum laranja



Olá,

Hoje falaremos do Bulbophyllum careyanum (laranja). Tenho outro (vermelho). Não saberia dizer qual cor é mais comum. Rs. E nem por que há a necessidade de ter as duas cores e os dois na coleção. Rs.

Haste com várias flores com 6 dias


Aberta no primeiro dia

Evitar jogar água nas hastes florais para maior duração das flores. Abrindo.

Orquídea originária da Ásia, epífita e necessita de 70% de sombreamento.

Gosta de substrato médio com um pouco de musgo para reter umidade. Aqui está cultivado no cesto de peroba. Muitos cultivam no prato de plástico.

Sua floração é no começo do nosso outono, fim de março ou início de abril. Não dura uma semana.

Este ano deu 15 hastes com várias flores! Um encanto!

Nos anos anteriores não deu flores e digo o porque: faltou sol da manhã e rega mais constante.


Touceira com 15 hastes florais

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Maxillaria rufescens

Raizes na cor escura, idem pintas no labelo

Labelo com pintas
Entre as Maxillarias, esta é uma veio pequena e neste ano apresentou uma inflorescência interessante, para não dizer inusitada: labelo e coluna com pintas!!! Isso mesmo. E suas raízes denunciam isso.

Veio de Minas Gerais. Comprada em 2014 com outras. Sempre ficava na expectativa da flor e nada. Então restava-me observar suas raízes escuras.

Adorei esta pequena! Haste curta! Bem interessante!

Perdeu outras flores porque sem vê-las, tomou água como as demais. Será preciso isolá-la nesta época para que não se perca cada botão.

Será necessário replantá-la! É um dos poucos casos que quebrarei o vaso cerâmico, mas não colocarei em risco o exemplar. Rs.

Esta junto com muitas que tomam sol pela manhã numa prateleira ventilada no fundo.

Bom cultivo! Vale a pena tê-la!


Acianthera strupifolia - destaque do mês



Acianthera strupifolia é a orquídea em destaque neste mês. Originária da Mata Atlântica, epífita de florestas secas ou úmidas.


Sinônimos: Pleurothallis strupifolia; Humboltia strupifolia; Pleurothallis picta, Pleurothallis bicolor, Pleurothallis hookeri, Restrepia liebmanniana, Pleurothallis glaucophylla.

O cultivo dela é surpreendente porque veio numa placa de madeira e está no cachepot de peroba. Fica de ponta cabeça/pendente e quando menos se espera vem uma haste com várias flores.

Amo!!! Fica a dica para tê-la na sua coleção!


sexta-feira, 30 de março de 2018

Prostachea radiata

Olá, hoje trago a Prostachea radiata. Uma  das mais interessantes: fragância que lembra mel e coloração da orquídea baunilha. Como as demais desta espécie, não tolera muita retenção de água no substrato e necessitam de sol direto, mesmo que moderado.









Durante o inverno, a redução da rega é fundamental para esta orquídea. Já comentamos que a maioria afoga as suas orquídeas. Sem exceção! Rs.

Nativa de uma vasta região da América Central e América do Sul, de países como o México, Panamá, Costa Rica, Honduras, Guatemala, Colômbia, Belize e Venezuela.

Este exemplar veio de um amigo que mora em Ubatuba, fez um corte e me deu em 2014! Sempre vem com frentes novas e inflorescências no ápice. Suas flores são ressupinadas, ficam de ponta cabeça.

(O que aprendi visitando o cultivo deste amigo: ela estava cultivada numa rocha na beira do mar! Clima bem úmido, porém suas raízes não retinham água de nenhum subtrato). Sempre vale a pena visitar locais e cultivos diferentes para se aprender algo mais.

O interessante dela é que é de pequeno porte e se ramifica nos pequenos rizomas e pseudobulbos alongados e folhas de pequeno porte.

- Uma graça para se ter na coleção! Obrigada pelo presente!


sexta-feira, 23 de março de 2018

Cattleya labiata purpúreo lineata

Olá, mais uma labiata!

Hoje falaremos da Cattlyea labiata purpúreo lineata.

O seu vegetativo é bem menor que muitas desta espécie.

Delicada e menor, seu labelo é bem delimitado pela coloração púrpura! Aliás, o labelo é bem grande em relação as pétalas e sépalas.

Possui pétalas bem curvilíneas e sépalas voltadas para trás.

Esta foi adquirida cerca de 3 anos atrás por um amigo mineiro, grande colecionador e cultivador de orquídeas.

Espero vê-la maior e mais nutrida no ano que vem! Fica a dica para eu intensificar os nutrientes para deixá-la mais forte.





sexta-feira, 16 de março de 2018

Cattleya labiata roxo bispo "urbano"

Oi!

Época de Cattleyas labiatas. Digo que são bem agradáveis, de boa forma e muitos meristemas realizados por diversos cultivadores.

Hoje trouxe a Cattleya labiata roxo bispo "urbano"

Este exemplar veio de um cultivador renomado de Curitiba. Soube ter sido encontrada numa mata em Pernambuco. Não me pergunte como foi parar em Curitiba! Rs.

Segunda floração com três unidades bem agradáveis na forma e coloração.

Sua textura poderia ser mais forte, entretanto ainda não sei como deixar a flor mais vigorosa. Seu vegetativo é bem saudável.

Aqui está num substrato misto de casca de macadâmia, carvão e musgo chileno. No fundo há pedaços de isopor picado e o vaso drena rapidamente.

Digo, simplesmente linda!!!



sexta-feira, 9 de março de 2018

Dendrobium spectabilis

Olá, hoje trago uma proeza! Adivinhe?

- O Dendrobium spectabile. Bem espetacular!

Sinônimos: Callista spectabilis; Dendrobium spectabile f. aurea; Dendrobium tigrinum; Latourea spectabilis; Latourorchis spectabile e Sayeria spectabilis.

Espécie originária de Papua-Nova Guiné e Ilhas Salomão onde vegeta de forma predominantemente epífita.





- Esperei 5 anos até a floração que estou publicando neste artigo! Havia cultivado ele num substrato misto de terra, areia e húmus num vaso fundo sem furos na lateral.

Recebi a grande dica de um colega orquidófilo de Niterói! - Sol, sol e sol!

Depois de dois anos com sol da manhã, surtiu a sua floração. Gostei da flor e do resultado, apesar de ter queimado duas folhas durante este verão.

Sua exuberância é exótica demais, tudo muito dramático. Eba! Mais um Dendrobium que deu resultado por aqui.

Bom cultivo de Dendrobiuns!

sexta-feira, 2 de março de 2018

Coelogyne fimbriata - Destaque do mês

Olá amigos e amigos de todo Brasil!

Segue a última aquisição, compra por impulso! - Coelogyne fimbriata.

Natural do Nepal, Thailândia, India e China.


Como não bastasse as demais Coelogynes da coleção Brasiliana, mais esta.

 - Adulta com o crescimento escandente e vários botões.

Veio de um orquidário de Cotia cujo proprietário é bem rigoroso. Era o exemplar mais exuberante entre outros vasos e uma colega aceitou dividí-la. Simples assim.

Deve ser replantada após sua floração acabar. Esta com substrato misto (carvão, chip de côco e casca de peroba).

Cada flor chega até 4cm de diâmetro. É bem pequena se comparada com as demais primas.

Soube necessitar de umidade do ar entre média e alta como as demais Coelogynes. É considerada de fácil cultivo.

Bom cultivo! Aprecie com moderação. Rs.