sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Floridas em Dezembro

Prezado leitor,

Seguem algumas floridas neste mês.

Elas tem a adubação em comum, o cultivo em placa ou em vaso cerâmico com furos, substrato graúdo ou na casca de macadâmia e carvão.

O que mais poderia acrescentar?

- Ah! O mais importante. No início da orquidofilia, lia o habitat e parecia coisa de outro planeta, pois nunca estive na natureza onde elas habitam. Imaginava que devia ter um espécie única para o sucesso no cultivo. O tempo e a insistência por cultivar todas gerou um resultado interessante: formou-se um micro clima em cada região do orquidário, daí parti para separar as zonas de cultivo através da observação e  teoria.

Algumas estão na primeira floração, um grande passo!

Laelia tenebrosa alba

Laelia purpurata striata

Cattleya guttata tipo

Aspasia lunata

Epidendrum parkisonianum

Scuticaria hardwenii
Bulbophyllum smitinandii

Tenha um bom cultivo e não desista de suas pequenas!


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Laelia ou Hadrolaelia tenebrosa alba

Olá,

Tive uma grata surpresa ao ver a Laelia ou Hadrolaeilia tenebrosa alba com flores!

Para um orquidófilo, passar a vista por todas as plantas logo pela manhã se torna uma rotina. Nada mais gratificante que ver as flores, apesar de não possuir uma forma razoável ela continua sendo uma das preferidas no Brasiliana. Nem a imaginava florida neste mês!

Digo o porquê: -pesquisando, há pouco sobre ela e dizem ser de difícil cultivo, além de ser pouco vista nas coleções particulares.

O grande desafio é que ela possa ser fortalecida com organo-mineral, cálcio e vitamina B, chorume e tudo mais que possa deixá-la forte, como as demais.

O desafio do replantio foi superado e ela já está aclimatada por aqui. Talvez, digo talvez, a troca do plástico agrícola possa ter beneficiado a sua floração, pois há mais luminosidade.

Duas flores magrelas no mês de dezembro
Já falamos dela neste blog, veja o artigo anterior: http://www.diariodoorquidofilo.com.br/2017/02/laelia-tenebrosa-alba.html


Pseudobulbos finos e pequenos
Continuo apaixonada pelas albas! Seu perfume é mais cítrico e sutil nem se compara a Cattleya guttata, p. exemplo que tem o tom adocicado e de grande extensão.

Nesta floração as suas sépalas e pétalas estão mais claras, amareladas. Da vez passada havia um pouco de verde/dourado.

Unifoliada
Devo confessar, me interessei bastante pela morfologia das tenebrosas, porte pequeno, nem tanto por suas flores.

Bom cultivo de Laelias ou Hadrolaelias tenebrosas!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Coelogyne speciosa

Mais uma Coelogyne aberta neste mês! Talvez a mais conhecida por aqui entre as que possuem hastes pendentes e floração sequencial.

Sinônimo Chelonanthera speciosa Bl. 1825; Coelogyne speciosa subsp. fimbriata (J.J.Sm.) Gravend. 1999; Coelogyne speciosa subsp. incarnata Gravend. 1999; Coelogyne speciosa var. alba auct. 1905; Coelogyne speciosa var. albicans, Man. 1890; Coelogyne speciosa var. fimbriata J.J.Sm. 1907; Coelogyne speciosa var. incarnata (Gravend.) M.Wolff & O.Gruss 2007; Coelogyne speciosa var. major C.F.Sander, F.K.Sander & L.L.Sander 1927; Coelogyne speciosa var. rubiginosa auct. 1922; Pleione speciosa (Blume) Kuntze 1891

É a Coelogyne speciosa. Natural de Java, Sumatra, Bornéu e Malásia.





Possui uma haste pendente onde haverá uma seqüência de floração como a Coelogyne xyrekes e Coelogyne usitana já apresentadas neste blog. Possui flores grandes com até 7,5cm.

Haste pendente com botão maior e o seguinte menor na seqüência
Seus pseudobulbos são maiores e mais altos , folhas similares as outras duas Coelogynes.

Esta veio plantada no substrato misto tamanho grande num vaso de plástico. Está com três hastes.

Não possui fragância acentuada.

Bom cultivo de Coelogynes!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O retorno da filha pródiga Gal

Olá,

O retorno da filha pródiga Gal, a gata da casa.

Graças à placa metálica no seu colar com os telefones para contato foi devolvida após 4 meses! Tenho certeza que aprontou muito para decidirem devolvê-la. Agradeço imensamente a cuidadora e ao instinto da filha!

Colar com a placa
Pelos animais no lar, reciclamos o lixo doméstico, adquirimos a composteira vertical com as minhocas californianas, adquirimos um enxame de abelhas sem ferrão Jataí, utilizamos bokashi e fertilizante organo-mineral. Enfim, passamos a adquirir produtos orgânicos e fizemos o plantio das frutíferas nos vasos. Ainda falta o investimento no carro elétrico. Continuamos a pedalar e procurar fornecedores do que consumimos na região.

Mais que a busca por uma vida melhor e sustentável, uma filosofia!

Não usem produtos tóxicos. Procurem alternativas de consumo que preservem o meio ambiente e seus habitantes, incluindo todos os seres vivos.

O planeta agradece!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Menos é mais

Escolhi este tema, pois já falamos do minimalismo noutro artigo do blog.

Hoje, menos é mais! Procure qualidade e não quantidade.

Após alguma experiência no cultivo e na escolha dos exemplares de orquídeas, considero importante sempre rever algumas questões:
  1. Deseje
  2. Pesquise
  3. Adquira
  4. Observe
  5. Cultive
Apresento a floração de algumas no dia de hoje e considero o resultado geral satisfatório por diversos motivos:
  1. Insista
  2. Ouça
  3. Observe
  4. Filtre
Eis o resultado:
Primeira floração da Scuticaria hadwenii


Octomeria diaphana

Coelogyne usitana
4a flor do Phagmipedium sedenii numa mesma haste
Cattleya granulosa com 3 flores!
C. warnerii pelada flameada x C. warnerii integra flameada
Coelogyne sulphurea
Sobralia macranta
Maxillaria tenuifolia
Coelogyne xyrekes
Bulbophyllum sikkimense
Dryadella zebrina
Bulbophyllum eberhartdii
Cattleya forbesii (rosea)