sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Christensonella ou Maxillaria mosenii ou madida

Maxillaria madida Lindl. 1838;

Sinônimos: Christensonella cepula (Rchb.f.) S. Koehler 2007; Christensonella madida ( Lindl. ) Szlach. , Mytnik , Górniak & Miszek 2006; Maxillaria cepula Rchb.f. 1855; Maxillaria crassifolia Lindl. 1872; Maxillaria echinochila Kraenzl. 1920; Maxillaria hatschbachii Schlechter 1926; Maxillaria madida var cepula [Rchb.f] Hoehne 1952; Maxillaria madida var. monophylla Cogn. 1907; Maxillaria madida var pallida [Klinge] Cogn. 1904 Maxillaria mosenii var. hatschbachii (Schltr.) Hoehne 1947; Maxillaria mosenii var. echinochila (Kraenzl.) Hoehne 1947;




Nativa de Minas Gerais, Brasil.

A peculiaridade desta orquídea é ter a sua flor exalando um cheiro de melão irresistível por mais que 15 dias. Se não fosse isto ela teria passado desapercebida no Brasiliana.



Ganhei esta touceirinha de uma amiga no início da orquidofilia e ela se desenvolveu muito bem entre todas as Maxillarias que morreram por aqui, umas afogadas no substrato constantemente encharcado, outras nem entendi como. Hoje sei que elas têm raízes finas e gostam de substrato seco com vaso de drenagem rápida. Na época nem fazia idéia o que as agradava ou necessitavam para a sua sobrevivência.

Se me perguntarem, não troco, não corto mudas/frentes desta lindinha e das demais. A intenção é formar uma única touceira enorme ou até onde houver espaço entre as demais. Rs.

Duas flores é muito pouco! Fazer o quê, se souber me diga...rs.



Outra coisa, se continua como Maxillaria ou foi para Christensonella, seja qual denominação botânica atual, anotei tudo na etiqueta dela, sempre vai e volta. Rs. 


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Dendrobium anceps

Ah orquidófilo!

Geralmente os dendrobiums são bem floridos e exuberantes, mas o escolhido de hoje não é bem assim.

O Dendrobium anceps veio para o Brasiliana em 2018. Comprado numa banca da associação responsável pela exposição, exemplar bem conservado e maravilhoso! Sem flores.

Eu havia comprado um exemplar bem inferior em 2017 e considerei de crescimento lento, por isso a decisão de compra por um outro adulto bem formado.
2017 bem pequeno

O maior, ajeitei-o num cachepot de peroba para acomodar as suas raízes aéreas e finas. Escolhi um local com iluminação abundante abaixo do plástico agrícola.




Aqui esta a sua primeira floração! Sem palavras e muita fé! O lado bom, sobreviveu e se adaptou aqui.
Única flor na face inferior

Desafio para a próxima floração, expo-lo ao sol fraco da manhã para ver se aumenta o número de flores.

Haja paciência! Não vou me desfazer do exemplar não! Rs.


sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Pabstiella mirabilis

Pabstiela mirabilis colega orquidófilo.




Inseri o cachepot de madeira onde veio num vaso cerâmico e completei com substrato misto carvão, cascas e musgo

Branca e pequena! Mais uma que recomendo tê-la na sua coleção. Nativa do Brasil especificamente na Serra do Mar paranaense.

Conheci esta espécie no início da orquidofilia! Ganhei uma muda de uma orquidófila de mão cheia para as micro-orquideas nativas. Aprendi muito com ela e devo a paixão pelas pequenas por ter ido inúmeras vezes visitá-la e ver a sua coleção florida durante várias estações do ano! Gratidão!

Linda de morrer! Irresistível. Vejo fotos de uma cultivadora em Ponta Grossa, ah, a do Brasiliana nem chega aos pés dos exemplares fabulosos que ela posta!

Super delicada com haste fina e folha curta, logo no final do inverno para o início da primavera ela vem com força e surgem inúmeras flores brancas em várias hastes florais. Sem perfume para nós humanos.

Esta é a segunda que tenho aqui. Nem preciso mencionar o que aconteceu com o presente no início do cultivo. Rs.

Esta comprei num orquidário comercial em Curitiba. Exemplar difícil de ser comercializado nas exposições e orquidários comerciais.

Bom cultivo de suas nativas paranaenses!