sexta-feira, 20 de julho de 2018

Pleurothallis plymatodes x Pleurothallis teaguei


Olá, hoje trago um híbrido entre o Pleurothallis plymatodes e o Pleurothallis teaguei.

Comprei este exemplar logo quando me mudei do apartamento para aqui. Cultivava como as Phalaenopsis que vieram do apartamento. Experimentei o replantio para outro vaso de plástico maior, regrediu. No ano passado preferi retirá-lo da prateleira e suspendê-lo junto com as demais orquídeas que estão debaixo do plástico agrícola. Fiz esta transição no inverno do ano passado.

Dica: sempre faça esta transição durante o inverno para que o exemplar possa de adaptar lentamente e criar resistências na folha e caules quanto à exposição solar ou iluminação exagerada.

Agora veja 3 flores por folha! Um sinal que ela adaptou-se e está melhor.

Outro sinal: não há mais formigas trazendo colchonhilhas.

Um ponto a melhorar: desidratação na ponta do folha tem ocorrido e é preciso entender esse processo para evitá-lo.

Bom cultivo!




sexta-feira, 13 de julho de 2018

Mediocalcar decoratum


Olá, esta orquídea me inspirou para a formação de touceiras. É uma das primeiras aquisições no Brasiliana. Veio pequena e já está linda e maravilhosa!

Micro-orquídea, bulbos de 0,5cm de diâmetro e folhas de 2cm de comprimento com flores de 0,4mm de diâmetro que saem da base da planta. Suas folhas não caducam.

Natural da Nova Guiné, portanto gosta de clima tropical com umidade mediana e raízes aéreas.

Gosta de substrato bem drenado e um pouco de musgo. Aqui está num vaso cerâmico chato com furos laterais e no fundo. Estes vasos chatos auxiliam o cultivo das reptantes que entouceram muito e rapidamente.

Gosta de iluminação da manhã e tarde iluminada.

Precisa falar mais?

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Barbosella australis

Olá, hoje trago a Barbosella australis.

Barbosella australis (Cogn.) Schltr. 1918.

Barbosella australis var. genuina Hoehne 1947; Barbosella australis var. latipetala Hoehne 1947; Barbosella australis var. loefgrenii (Cogn.) Hoehne 1947; Barbosella loefgrenii (Cogn.) Schltr. 1918; Restrepia australis Cogn. 1906; Restrepia loefgrenii Cogn. 1906.


Encontrada nos estados do sul do Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro. Possui crescimento reptante, muito sensível à pouca umidade do ar. Aqui no Brasiliana está cultivada numa ripa de peroba riscada e adorou o sulco na madeira.

Dica: cuidado na concentração do adubo, seja ela qual for. Prefira uma mistura mais diluída para não danificar o rizoma dela.

Das Barbosellas é a que possui flor grande, um pouco mais de 1cm! Recomendo tê-la, pois é sensacional e linda!

(Detalhe: vi que há o labelo com divisão no centro e que não há como enxergá-lo na foto. Na maioria das fotos pesquisadas é apresentada uma divisão acentuada no final do labelo.)

Bom cultivo!